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As principais estratégias do marketing universitário em 2023
Veja como usar as melhores estratégias do marketing universitário em 2023

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Quando o assunto é a contratação de professores substitutos, é totalmente natural que escolas, diretores e coordenadores escolares tenham algumas dúvidas sobre o que fazer.
Existem algumas questões pedagógicas que são mais simples de lidar: por exemplo, como fazer a transmissão do que já foi ensinado e quais são as próximas aulas para o professor substituto? Ele pode chegar com um plano de aulas próprio ou deve seguir o padrão?
E claro, surgem também outras questões mais relacionadas com a própria contratação: por quanto tempo o professor substituto fica na escola? Que tipo de contrato criar? Qual deve ser o salário? Há restrições de horário?
Essas são dúvidas 100% válidas, e elas precisam de resposta. E é isso o que trouxemos hoje aqui nesse artigo.
Vamos separá-lo em dois momentos principais: no primeiro, tratamos da pedagogia, e no segundo, das questões mais burocráticas.
Tudo pronto para começar?

O lado pedagógico da contratação de professores substitutos está relacionado com a manutenção do ensino dos alunos e o que eles já vêm recebendo em aula.
Pense, por exemplo, em um professor substituto que chegou na semana de provas. Ele deve aplicar essas provas? Ele deve usar as provas elaboradas pelo professor anterior ou criar as suas próprias?
É claro que a maioria dessas questões são específicas e relacionadas com decisões que cada escola toma.
Mas ainda assim vale a pena a leitura desse tópico antes de passar para o próximo, onde falamos da parte burocrática, para garantir que o ensino não vai ser tão impactado pela contratação de professores substitutos.
Veja logo abaixo algumas perguntas com respostas sobre o tema. Para navegação rápida, aqui uma lista com as perguntas que vamos fazer.
É claro que algumas dessas respostas vão estar mais relacionadas com o tempo em que o professor substituto vai passar na escola.
Por exemplo: um professor substituto que fica o semestre inteiro na escola não vai, por exemplo, conseguir escapar de elaborar e aplicar provas.
Mas vamos conversar melhor sobre o período da contratação, que responde boa parte dessas perguntas, no próximo tópico.
Por enquanto, vamos ver as respostas mais gerais para esses questionamentos pedagógicos sobre a atuação dos professores substitutos:
Sim, o professor substituto pode e deve aplicar provas, especialmente se elas já estavam planejadas pelo professor titular antes de sua ausência.
Essa prática garante a continuidade do calendário escolar e evita que os alunos sejam prejudicados ou tenham suas avaliações adiadas indefinidamente.
Contudo, é importante considerar o contexto. Caso o professor substituto não tenha domínio suficiente sobre o conteúdo abordado ou o formato da prova planejada, a coordenação pedagógica pode intervir para ajustar o processo.
O ideal é que, antes de aplicar as provas, o substituto analise o material previamente elaborado pelo professor titular.
Essa revisão permite que ele esclareça possíveis dúvidas com a coordenação ou outros docentes da equipe, garantindo uma aplicação justa e alinhada com o que foi ensinado.
Além disso, é interessante que a escola disponibilize um suporte ao substituto para sanar dúvidas de alunos durante a aplicação das provas, reforçando o cuidado pedagógico e a transparência do processo avaliativo.
Para assegurar que o professor substituto dê continuidade ao conteúdo de forma coerente, é essencial fornecer um planejamento detalhado do que foi ensinado até o momento e do que está previsto para as próximas aulas.
Esse planejamento deve incluir os tópicos abordados, atividades realizadas, avaliações aplicadas e observações sobre o ritmo da turma.
A comunicação é outro fator crucial. A coordenação pedagógica pode organizar reuniões com o substituto para orientá-lo sobre a dinâmica da escola e os métodos do professor titular.
Caso o professor titular tenha deixado anotações, registros de aula ou materiais complementares, eles devem ser entregues ao substituto.
Outro ponto importante é o acompanhamento contínuo.
A coordenação ou um professor da mesma área pode monitorar as primeiras semanas do substituto, garantindo que o cronograma seja seguido e ajustando qualquer desvio que comprometa o aprendizado dos alunos.
O professor substituto pode criar seu próprio plano de aulas, mas isso deve ser feito com cautela e em alinhamento com o planejamento pedagógico da escola e do professor titular.
Essa flexibilidade pode ser necessária caso o substituto precise lidar com turmas que já passaram por mudanças no cronograma ou quando o plano original não está disponível.
No entanto, é fundamental que o plano respeite os objetivos educacionais da escola e esteja alinhado com os conteúdos já ensinados.
Para isso, o substituto deve ter acesso aos materiais previamente utilizados, como livros didáticos, slides e registros de aula.
É recomendável que a coordenação pedagógica valide o novo plano antes de sua aplicação, garantindo que ele seja coerente e adequado.
Além disso, qualquer adaptação feita pelo substituto deve ser documentada, facilitando a retomada pelo professor titular quando este retornar.
Sim, o professor substituto pode corrigir trabalhos e provas que já foram aplicados pelo professor titular. Isso faz parte de sua função de continuidade do processo pedagógico e evita acúmulos de tarefas para quando o titular retornar.
No entanto, é importante que o substituto receba orientações claras sobre os critérios de correção e a metodologia avaliativa adotada.
Se o professor titular tiver deixado rubricas ou modelos de correção, o substituto deve segui-los rigorosamente. Isso garante uniformidade no processo avaliativo e evita conflitos com alunos ou responsáveis.
Caso essas orientações não estejam disponíveis, o substituto pode recorrer à coordenação pedagógica para esclarecer como proceder.
Além disso, é essencial que o substituto registre suas observações e justificativas durante a correção. Essa documentação ajuda a manter a transparência e pode ser compartilhada com o titular, caso necessário, quando este retomar suas atividades.
Sim, o professor substituto tem liberdade para criar e aplicar atividades avaliativas, desde que essas sejam alinhadas com o plano pedagógico da escola e as necessidades da turma.
Em situações de médio ou longo prazo, a criação de novas avaliações pode ser necessária para garantir que o aprendizado dos alunos seja acompanhado e registrado.
Porém, é fundamental que o substituto informe a coordenação pedagógica sobre as atividades planejadas antes de aplicá-las.
Isso assegura que as avaliações estejam em conformidade com as diretrizes escolares e que não haja sobrecarga para os alunos.
Além disso, é interessante que o substituto considere o histórico da turma ao planejar as atividades.
Ele pode consultar colegas de trabalho ou registros do professor titular para entender melhor o nível de dificuldade adequado e os formatos que os alunos estão mais habituados.
Assim, o processo avaliativo permanece consistente e alinhado ao contexto da turma.

Além desses pontos pedagógicos, ainda é fundamental levantar algumas questões relacionadas com a burocracia da contratação de professores substitutos.
Como já conversamos bastante sobre a realidade das aulas na hora de contratar professores substitutos, vamos conversar agora sobre a própria contratação, um dos pontos que mais trazem dúvidas para gestores escolares.
Aqui, vamos responder às seguintes perguntas:
Vamos juntos entender melhor esses pontos agora:
O salário de um professor substituto deve ser compatível com o praticado no mercado e seguir as regras definidas pelo sindicato ou convenção coletiva da categoria. Geralmente, o valor é proporcional ao período de trabalho contratado. Se o professor substituto for contratado para atuar em uma carga horária reduzida ou por tempo parcial, o salário deve ser ajustado proporcionalmente.
Outro aspecto importante é considerar a complexidade da disciplina e o nível de ensino ao definir a remuneração.
Professores que lecionam em turmas de ensino médio ou superior, por exemplo, geralmente recebem um salário maior do que aqueles que trabalham na educação infantil, devido às exigências acadêmicas e à preparação necessária para as aulas.
Além disso, a escola deve analisar benefícios adicionais, como transporte e alimentação, especialmente se o contrato for de curto prazo.
Garantir uma remuneração justa é essencial não apenas para atrair bons profissionais, mas também para manter a motivação e a qualidade do ensino.
A forma de contratação de um professor substituto pode variar conforme a legislação trabalhista vigente e as necessidades específicas da escola.
O modelo mais comum é o contrato de trabalho temporário sob o regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que oferece garantias como FGTS, INSS e direitos trabalhistas proporcionais ao período de serviço.
Outra opção é a contratação via Pessoa Jurídica (PJ), indicada para situações em que o substituto é autônomo e presta serviços para diferentes instituições. Nesse caso, é importante formalizar um contrato detalhando as obrigações e os direitos de ambas as partes.
Em casos emergenciais ou de curto prazo, pode ser firmado um contrato temporário sem vínculo CLT, desde que seja cumprida a legislação local ou estadual aplicável.
No entanto, independentemente do modelo escolhido, é fundamental que todas as condições sejam formalizadas por escrito, garantindo segurança jurídica para a escola e o profissional.
Sim, é altamente recomendado estipular um prazo claro para o término dos serviços ao contratar um professor substituto.
Essa prática traz segurança tanto para a instituição de ensino quanto para o profissional, evitando confusões e litígios futuros.
Normalmente, o prazo é determinado com base no tempo de afastamento do professor titular.
Por exemplo, se o titular está afastado por motivos de saúde por 30 dias, o contrato do substituto deve ser ajustado para esse período.
Caso o afastamento se estenda, o contrato pode ser renovado conforme necessário.
Além disso, incluir cláusulas sobre a possibilidade de prorrogação ou rescisão antecipada no contrato é uma boa prática, garantindo flexibilidade em situações imprevistas.
Um contrato bem estruturado não apenas protege ambas as partes, mas também assegura a continuidade do ensino sem interrupções.
Sim, em situações de curto prazo, outros profissionais da equipe pedagógica podem assumir temporariamente as aulas.
Por exemplo, coordenadores pedagógicos ou professores de apoio podem ser designados para cobrir a ausência de um professor titular por poucos dias.
No entanto, é importante que essa substituição temporária seja bem planejada para não comprometer a qualidade do ensino.
O ideal é que o substituto temporário tenha conhecimento prévio da matéria a ser lecionada ou esteja familiarizado com a turma. Além disso, é recomendável que a escola ofereça suporte, como materiais de aula ou orientações específicas, para facilitar a transição.
Essa estratégia é útil em casos de urgência, como licenças médicas ou faltas inesperadas. Ainda assim, deve ser vista como uma solução provisória.
Para períodos mais longos, a contratação de um professor substituto formal é a melhor alternativa para garantir a continuidade e a qualidade do ensino.
Em situações emergenciais, professores de outras áreas podem substituir um docente específico, mas essa prática deve ser usada com cautela.
O ideal é que o substituto tenha algum conhecimento ou afinidade com a disciplina que será lecionada, mesmo que não seja sua especialidade principal.
Por exemplo, um professor de Física pode substituir um de Matemática em aulas introdutórias, devido à proximidade entre as disciplinas.
Mas para áreas mais específicas, como Língua Estrangeira ou Química Avançada, a substituição pode ser mais complicada.
Antes de tomar essa decisão, é essencial que a escola avalie os impactos pedagógicos e ofereça apoio ao substituto, como materiais didáticos e orientações detalhadas sobre o conteúdo a ser abordado.
Essa solução deve ser temporária e aplicada somente em situações excepcionais, sendo fundamental buscar rapidamente um professor com formação específica para garantir a qualidade do ensino.
Como você pôde perceber ao longo do texto, grande parte do trabalho de organização para a contratação de professores substitutos está relacionada com o preparo.
Para que o professor substituto assuma a turma, ele precisa se preparar com as informações relacionadas à turma.
Como está o desempenho dos alunos, quais provas já foram aplicadas, seus resultados, os resultados de trabalhos, em que ponto da disciplina eles estão etc.
Tudo isso pode ser feito com o -Scholar. Aliás, ele é a melhor solução para esses casos.
Organizando a sala de aula em um ambiente online compartilhável, transmitir as informações essenciais para um professor substituto é simples e não precisa envolver necessariamente o professor titular anterior.
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